Ao chegar ao fim da formação do Gestar II sinto-me realizada. E mais realizada ainda por ter participado como formadora. Com a certeza de feito a escolha certa ao me afastar da vice-direção da escola que trabalho para participar do programa, apesar de não saber como seria, esperava que fosse bom. E como está sendo bom!
O Gestar II me trouxe o desejo de novas descobertas, novos fazeres. Até superei alguns obstáculos tecnológicos! O computador para mim era uma máquina de escrever bem legal. Senti-me desafiada quando a Tamar falou do tal do blog, não tinha noção do que era aquele negócio, mas eu ia fazer um! E estou fazendo! Apanho do obstáculo tecnológico algumas vezes, mas estou aprendendo um pouco mais a cada dia e a cada novidade sugerida pela Tamar.
Ainda não consegui colocar fotos, mas ei de conseguir!
Quando saímos da universidade achamos que vamos revolucionar o ensino com nossas teorias infalíveis. Entramos na sala de aula e descobrimos que elas não são tão infalíveis assim.
Frustração...
Daí em diante qualquer teoria torna-se sinônimo de fracasso.
Vem o Gestar II e traz a “teoria prática”. Algo possível de ser realizado e que funciona. Excelente material, com linguagem simples, prática e objetiva e a troca de fazeres. Sou privilegiada por ter tido a oportunidade de participar como formadora, pois assim pude aprender com a experiência de colegas com mais tempo de docência do que eu, com menos tempo, de regiões diferentes da minha e com colegas da minha região, as cursistas.
Durante a socialização nas oficinas questiono onde estavam todas aquelas experiências e vivencias, e porque eram guardadas para cada um. A troca de experiências foi relevante para a boa aceitação e desenvolvimento do Gestar II na minha cidade. As oficinas são momentos de reflexão, estudo e troca, e muito prazerosos. Não ficamos estudando teorias pouco funcionais. Estudamos a teoria para aplicá-la em seguida, com mais segurança do que estamos ensinando aos nossos alunos e colhendo resultados. Alguns imediatos, outros a um prazo mais longo, mas sabemos que ensinamos algo significativo para a formação de nossos alunos.
Sinto que está havendo mais cumplicidade entre todos os participantes do programa e isso é relevante para nós professores de língua portuguesa.
O meu trabalho, em sala de aula, não é o mesmo depois da participação no Gestar II. Os problemas estão lá, mas os vejo de outro ângulo. Com certeza que posso contribuir de forma mais significativa na amenização deles. A proposta do programa é bem próxima da realidade da sala de aula, seja qual for a clientela atendida pela escola que o abraçou.
Enfim, me surpreendo a cada dia como posso aprender coisas novas, e o melhor com aqueles que tenho a função de ensinar num primeiro momento, os alunos e com o Gestar II, as cursistas.
Torço para que esta formação seja estendida a outros colegas que não puderam participar desta.
E continuo aprendendo e refazendo minha prática a cada dia.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Estudo do TP 6
As oficinas foram realizadas nos dia 14/11 e 12/12/2009. Optei por postar as avaliações de cada oficina, respectivamente. Sintetiza o trabalho das cursistas, angústias, realizações e satisfações com o estudo deste TP.
As cursistas apresentam bom nível de conhecimento e prática em relação aos conceitos estudados e discutidos nas unidades 21 e 22 do TP. Há uma angustia muito grande em relação à correção dos textos produzidos pelos alunos. Externaram a dificuldade que tem ao segmentarem os textos para correção, avaliarem ortografia para posteriormente avaliarem coesão, por exemplo. “Quando vejo já estou avaliando todos os aspectos” diz uma delas. Outra dificuldade é quanto ao acompanhamento da evolução do aluno: a carga horária dupla nem sempre possibilita o acompanhamento desejado. Os planos de aula com base na atividade proposta ficaram muito bons, serão repassados a todas as cursistas.
Ao trabalhar as unidades anteriores com as cursistas percebemos a necessidade de aprofundarmos o estudo do texto argumentativo. Esse tipo de texto é trabalhado, e na maioria das vezes só, é trabalhado de forma geral no nono ano e é retomado no terceiro ano do ensino médio. E esta é uma angústia de nós professores de Língua Portuguesa, pois, sentimos a necessidade se trabalhar o texto argumentativo mais sistematicamente deste as séries iniciais do ensino fundamental. Aprofundamos este estudo para dar mais segurança e incentivo as cursistas para introduzirem o estudo a partir do sexto ano. As cursistas aprovaram a decisão e se sentiram privilegiadas com a atitude. E se disseram prontas para incluir o estudo no planejamento de 2010, seja em qualquer ano que forem trabalhar.
As cursistas apresentam bom nível de conhecimento e prática em relação aos conceitos estudados e discutidos nas unidades 21 e 22 do TP. Há uma angustia muito grande em relação à correção dos textos produzidos pelos alunos. Externaram a dificuldade que tem ao segmentarem os textos para correção, avaliarem ortografia para posteriormente avaliarem coesão, por exemplo. “Quando vejo já estou avaliando todos os aspectos” diz uma delas. Outra dificuldade é quanto ao acompanhamento da evolução do aluno: a carga horária dupla nem sempre possibilita o acompanhamento desejado. Os planos de aula com base na atividade proposta ficaram muito bons, serão repassados a todas as cursistas.
Ao trabalhar as unidades anteriores com as cursistas percebemos a necessidade de aprofundarmos o estudo do texto argumentativo. Esse tipo de texto é trabalhado, e na maioria das vezes só, é trabalhado de forma geral no nono ano e é retomado no terceiro ano do ensino médio. E esta é uma angústia de nós professores de Língua Portuguesa, pois, sentimos a necessidade se trabalhar o texto argumentativo mais sistematicamente deste as séries iniciais do ensino fundamental. Aprofundamos este estudo para dar mais segurança e incentivo as cursistas para introduzirem o estudo a partir do sexto ano. As cursistas aprovaram a decisão e se sentiram privilegiadas com a atitude. E se disseram prontas para incluir o estudo no planejamento de 2010, seja em qualquer ano que forem trabalhar.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
SOCIALIZAÇÃO DA OFICINA AVALIATIVA
A primeira oficina avaliativa do Gestar II foi realizada em 07/11/2009. Anagrey, Cristina, Danielle, Janete e eu, planejamos esta oficina em grupo (como sempre). Optamos por fazer a avaliação dessa primeira etapa do curso, em forma de questionário. Podendo assim verificar vários aspectos do curso e para sermos mais objetivas. Procurei fazer um apanhado geral das respostas das cursistas, abordando o ponto de vista e experiência mais relevantes de cada uma.
1. Como acontece o Gestar II em sua escola e na sala de aula?
Na escola: Há dois grupos, um acontece de forma tranqüila, diretores receptivos e dando apoio, material, e possibilitando ajustes quando necessitam ausentarem da escola para as oficinas. O outro não recebe o apoio que necessita para desenvolver o trabalho, mas o faz com recursos próprios.
Na sala: Para uma minoria, algumas oficinas acarretam transtornos, pois é necessário parar o conteúdo que está sendo trabalhado para aplicar o avançando na prática. Já para a maioria não, é possível conciliar as atividades ao plano de curso já traçado para o ano letivo.
2. Fale sobre a sua concepção de Língua antes e depois do Gestar II.
Para a maioria não houve mudança na concepção de Língua, houve sim aperfeiçoamento do conceito internalizado. Reproduzo aqui parte da resposta de uma das cursistas: “Após o Gestar II a concepção de língua “viva” ficou mais clara, a presença dos gêneros textuais como uma realidade na vida dos alunos se tornou mais presente e as produções textuais se tornaram mais freqüentes.”
3. Comente os conceitos apreendidos nos TPs 3, 4 e 5.
Todos os TPs foram muito elogiados, assim como a forma de abordagem dos temas. O TP 3 foi considerado pela maioria como o melhor até agora. Podendo ser utilizado a todo o momento nos planejamentos.
A distinção de alfabetização e letramento foi um achado, pois praticamente todas não conseguiam distingui-los com tanta clareza como foi abordado no TP 4.
Os conceitos de coerência e coesão foram muito esclarecedores, assim como as sugestões de atividades, pois é uma das grandes dificuldades dos alunos.
4. A partir dos conceitos apreendidos, como você aprimorou o planejamento das suas ações pedagógicas?
O material é muito dinâmico e interessante, o seu estudo proporcionou maior segurança ao trabalhar alguns conteúdos e enriqueceu as aulas tornando-as mais criativas, dinâmicas e interessantes.
5. Qual material do Gestar II foi mais útil na sua prática pedagógica?
Em primeiro lugar ficou os TPs, que deram suporte para a execução do trabalho realizado até aqui. Em segundo os AAAs.
6. Foi preciso fazer adequações do material do Gestar II para atender as necessidades dos seus alunos? Quais?
Algumas cursistas não necessitaram de fazer adequações. Outras fizeram em alguns avançando na prática para adequar os textos ao nível dos alunos, outras por falta de material utilizaram textos que já haviam sido utilizados em sala.
7. Como foi a aceitação do Gestar II pelos alunos?
Excelente. Algumas explicaram aos alunos o programa e explicaram que eles faziam parte Gestar II, outras não. O primeiro grupo percebeu uma mudança de comportamento e atitudes diante das atividades do programa, e também certa elevação da auto-estima. O segundo, apesar de não comunicá-los que as atividades fazem parte do Gestar II, relatou que a aceitação e empenho na realização das atividades são surpreendentes. Atribuem o interesse dos alunos ao bom material que tem em mãos.
Havendo máquina fotográfica então...
Mas saliento aqui o empenho dos professores-cursistas, que estudam e fazem um bom uso do material do Gestar II.
8. Quais as dificuldades de leitura mais comuns encontradas nas atividades dos seus alunos?
Falta hábito de leitura.
Alguns ainda apresentam certas dificuldades na decodificação da língua. Principalmente os dos sextos anos.
Outros apresentam problemas relacionados coerência e coesão, inferência, compreensão e interpretação de textos verbais mais complexos, interpretação de propagandas e humor nas tirinhas e charges, vocabulário restrito, na leitura oral a não obediência aos sinais de pontuação e fluência.
9. Quais as dificuldades de escrita mais comuns?
Alguns ainda não transitam entre oralidade e escrita registra da forma que falam.
Os aspectos ortográficos como fonema /letra, uso das letras maiúsculas, acentuação gráfica, pontuação. Uso de parágrafos. Concordância de forma geral.
Unanimidade: dificuldade no uso de elementos coesivos.
10. De que forma você procura solucionar as dificuldades de leitura e escrita apresentadas pelos alunos?
Incentivo a leitura com projetos direcionados para esse fim.
Reproduzo aqui a prática de uma cursista: “As dificuldades de leitura procuro sanar desenvolvendo no aluno o gosto pela leitura, proporcionando momentos de leitura lúdicos e descontraídos. Deixo-os ficar nos bancos debaixo de árvores, na porta da sala. Com isso percebi que aqueles que não gostavam de ler estavam totalmente absortos pela leitura, e depois, contavam entusiasmados o que leram. Ainda faziam desenhos, resenhas,
Para sanar as dificuldades de escrita peço ao aluno que desenhe a parte que mais gostou, e depois, explique por escrito o seu desenho. Recorrem ao dicionário ou perguntam sobre alguma palavra (escrita/significado). Isso melhorou muito o desempenho da escrita daqueles que não escreviam de maneira alguma”.
11. Que evoluções você percebeu nos seus alunos a partir do Gestar II?
Foi percebida uma evolução significativa na sociabilidade dos alunos ao desenvolverem os trabalhos em grupo.
Um número, menor, cita evoluções de leitura e escrita, fluência verbal e desinibição na apresentação de trabalhos.
12. Comente a socialização das práticas pedagógicas nas oficinas.
Unanimidade ao considerar o momento mais interessante do Gestar II. A troca de experiências, alegrias e em alguns momentos angústia entre colegas, vislumbra a solução de forma simples para impasses considerados complicados.
Chamo a atenção para o fato de o programa ter iniciado no fim de maio/2009, quando já havia um planejamento em curso. Acredito que a partir de 2010, o programa estará de fato implementado, fazendo parte do planejamento anual dos participantes e apresentará resultados excelentes. Afinal, ainda estamos em processo de gestação!
1. Como acontece o Gestar II em sua escola e na sala de aula?
Na escola: Há dois grupos, um acontece de forma tranqüila, diretores receptivos e dando apoio, material, e possibilitando ajustes quando necessitam ausentarem da escola para as oficinas. O outro não recebe o apoio que necessita para desenvolver o trabalho, mas o faz com recursos próprios.
Na sala: Para uma minoria, algumas oficinas acarretam transtornos, pois é necessário parar o conteúdo que está sendo trabalhado para aplicar o avançando na prática. Já para a maioria não, é possível conciliar as atividades ao plano de curso já traçado para o ano letivo.
2. Fale sobre a sua concepção de Língua antes e depois do Gestar II.
Para a maioria não houve mudança na concepção de Língua, houve sim aperfeiçoamento do conceito internalizado. Reproduzo aqui parte da resposta de uma das cursistas: “Após o Gestar II a concepção de língua “viva” ficou mais clara, a presença dos gêneros textuais como uma realidade na vida dos alunos se tornou mais presente e as produções textuais se tornaram mais freqüentes.”
3. Comente os conceitos apreendidos nos TPs 3, 4 e 5.
Todos os TPs foram muito elogiados, assim como a forma de abordagem dos temas. O TP 3 foi considerado pela maioria como o melhor até agora. Podendo ser utilizado a todo o momento nos planejamentos.
A distinção de alfabetização e letramento foi um achado, pois praticamente todas não conseguiam distingui-los com tanta clareza como foi abordado no TP 4.
Os conceitos de coerência e coesão foram muito esclarecedores, assim como as sugestões de atividades, pois é uma das grandes dificuldades dos alunos.
4. A partir dos conceitos apreendidos, como você aprimorou o planejamento das suas ações pedagógicas?
O material é muito dinâmico e interessante, o seu estudo proporcionou maior segurança ao trabalhar alguns conteúdos e enriqueceu as aulas tornando-as mais criativas, dinâmicas e interessantes.
5. Qual material do Gestar II foi mais útil na sua prática pedagógica?
Em primeiro lugar ficou os TPs, que deram suporte para a execução do trabalho realizado até aqui. Em segundo os AAAs.
6. Foi preciso fazer adequações do material do Gestar II para atender as necessidades dos seus alunos? Quais?
Algumas cursistas não necessitaram de fazer adequações. Outras fizeram em alguns avançando na prática para adequar os textos ao nível dos alunos, outras por falta de material utilizaram textos que já haviam sido utilizados em sala.
7. Como foi a aceitação do Gestar II pelos alunos?
Excelente. Algumas explicaram aos alunos o programa e explicaram que eles faziam parte Gestar II, outras não. O primeiro grupo percebeu uma mudança de comportamento e atitudes diante das atividades do programa, e também certa elevação da auto-estima. O segundo, apesar de não comunicá-los que as atividades fazem parte do Gestar II, relatou que a aceitação e empenho na realização das atividades são surpreendentes. Atribuem o interesse dos alunos ao bom material que tem em mãos.
Havendo máquina fotográfica então...
Mas saliento aqui o empenho dos professores-cursistas, que estudam e fazem um bom uso do material do Gestar II.
8. Quais as dificuldades de leitura mais comuns encontradas nas atividades dos seus alunos?
Falta hábito de leitura.
Alguns ainda apresentam certas dificuldades na decodificação da língua. Principalmente os dos sextos anos.
Outros apresentam problemas relacionados coerência e coesão, inferência, compreensão e interpretação de textos verbais mais complexos, interpretação de propagandas e humor nas tirinhas e charges, vocabulário restrito, na leitura oral a não obediência aos sinais de pontuação e fluência.
9. Quais as dificuldades de escrita mais comuns?
Alguns ainda não transitam entre oralidade e escrita registra da forma que falam.
Os aspectos ortográficos como fonema /letra, uso das letras maiúsculas, acentuação gráfica, pontuação. Uso de parágrafos. Concordância de forma geral.
Unanimidade: dificuldade no uso de elementos coesivos.
10. De que forma você procura solucionar as dificuldades de leitura e escrita apresentadas pelos alunos?
Incentivo a leitura com projetos direcionados para esse fim.
Reproduzo aqui a prática de uma cursista: “As dificuldades de leitura procuro sanar desenvolvendo no aluno o gosto pela leitura, proporcionando momentos de leitura lúdicos e descontraídos. Deixo-os ficar nos bancos debaixo de árvores, na porta da sala. Com isso percebi que aqueles que não gostavam de ler estavam totalmente absortos pela leitura, e depois, contavam entusiasmados o que leram. Ainda faziam desenhos, resenhas,
Para sanar as dificuldades de escrita peço ao aluno que desenhe a parte que mais gostou, e depois, explique por escrito o seu desenho. Recorrem ao dicionário ou perguntam sobre alguma palavra (escrita/significado). Isso melhorou muito o desempenho da escrita daqueles que não escreviam de maneira alguma”.
11. Que evoluções você percebeu nos seus alunos a partir do Gestar II?
Foi percebida uma evolução significativa na sociabilidade dos alunos ao desenvolverem os trabalhos em grupo.
Um número, menor, cita evoluções de leitura e escrita, fluência verbal e desinibição na apresentação de trabalhos.
12. Comente a socialização das práticas pedagógicas nas oficinas.
Unanimidade ao considerar o momento mais interessante do Gestar II. A troca de experiências, alegrias e em alguns momentos angústia entre colegas, vislumbra a solução de forma simples para impasses considerados complicados.
Chamo a atenção para o fato de o programa ter iniciado no fim de maio/2009, quando já havia um planejamento em curso. Acredito que a partir de 2010, o programa estará de fato implementado, fazendo parte do planejamento anual dos participantes e apresentará resultados excelentes. Afinal, ainda estamos em processo de gestação!
domingo, 15 de novembro de 2009
EU ERREI!!!!!!!!!!
Fim de ano.
Cansaço.
Muitos trabalhos e avaliaçãoes para serem corrigidos.
Seminário de avaliação do Gestar II se aproximando.
Enfim, vida de professora!
Tenho certeza que todos me entendem.
Mas todo esse drama é uma justificativa para meu pedido de desculpa, por ter errado na publicação do relatório da oficina realizada no dia 26/09/2009. A oficina corresponde a Oficina 10 do Gestar II, e não 09 como como foi colocado no relatório. A oficina 09 foi realizada no dia 12/09/2009 cujo relatório está no blog.
Agradeço a compreenão de todos!
Cansaço.
Muitos trabalhos e avaliaçãoes para serem corrigidos.
Seminário de avaliação do Gestar II se aproximando.
Enfim, vida de professora!
Tenho certeza que todos me entendem.
Mas todo esse drama é uma justificativa para meu pedido de desculpa, por ter errado na publicação do relatório da oficina realizada no dia 26/09/2009. A oficina corresponde a Oficina 10 do Gestar II, e não 09 como como foi colocado no relatório. A oficina 09 foi realizada no dia 12/09/2009 cujo relatório está no blog.
Agradeço a compreenão de todos!
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
24 de outubro 2009 – oficina livre
Abrimos a oficina deste sábado com uma homenagem pela passagem do dia dos professores. Com declamação, pelas formadoras, de poesia e mensagens de reconhecimento pela grandiosidade do trabalho realizado por nós, professores. Teve mensagem e pirulitos!!!
Seguindo o planejamento houve a leitura da Circular DCRH/SRH Nº. 132/2009 de 19/10/2009, que trata de algumas providências solicitadas à SEE, pelos formadores durante a capacitação realizada em agosto de 2009, em Belo Horizonte. Foi repassado às cursistas o cronograma previsto até o final do programa, alertando-as para a possibilidade de alterações.
Passamos então para o objetivo principal da oficina. O acompanhamento, orientações e discussões da estruturação do projeto solicitado no início da capacitação. Foram entregues e discutidos orientações dos passos do projeto, segundo o Guia Geral. As cursistas apresentaram um nível de conhecimento do assunto.
Foi desenvolvida ainda uma atividade relacionada a Estilo: criação e apresentação de um texto panfleto publicitário com o princípio da negação. Os trabalhos ficaram muito bons!
Seguindo o planejamento houve a leitura da Circular DCRH/SRH Nº. 132/2009 de 19/10/2009, que trata de algumas providências solicitadas à SEE, pelos formadores durante a capacitação realizada em agosto de 2009, em Belo Horizonte. Foi repassado às cursistas o cronograma previsto até o final do programa, alertando-as para a possibilidade de alterações.
Passamos então para o objetivo principal da oficina. O acompanhamento, orientações e discussões da estruturação do projeto solicitado no início da capacitação. Foram entregues e discutidos orientações dos passos do projeto, segundo o Guia Geral. As cursistas apresentaram um nível de conhecimento do assunto.
Foi desenvolvida ainda uma atividade relacionada a Estilo: criação e apresentação de um texto panfleto publicitário com o princípio da negação. Os trabalhos ficaram muito bons!
Oficina 09 – Deu Certo!!!!
Na oficina anterior, havíamos planejado a exibição do filme. Mas... cadê o som? Estava tudo mudo...
Nesta oficina trabalhamos conteúdos do TP 5 relacionando-os ao filme “Narradores de Javé”. Por indisponibilidade de equipamentos, para exibição do filme, para cada formador e sua turma, realizamos a oficina junto com as demais turmas de Língua Portuguesa.
Após assistirem ao filme, as cursistas formaram pequenos grupos e receberam algumas perguntas condutoras da discussão.
1- Qual o papel do escriba naquela comunidade?
2- Analise o processo de construção da escrita do personagem que faz o papel de escriba?
3- Como pode ser percebida a relação entre ser alfabetizado e ser letrado no contexto do filme?
4- Qual a importância do escriba na construção da leitura e da escrita?
5- Aponte marcas estilísticas dos narradores?
6- Como a coerência é construída no filme?
7- Há coesão em Narradores de Javé? Justifique sua resposta.
8- Que elementos de textualidade são apresentados no filme?
Logo após houve um debate com todos os grupos.
A discussão superou as nossas expectativas em outros aspectos levantados pelas cursistas. Sentimos que estudo do TP 5 foi concluído com sucesso.
Nesta oficina trabalhamos conteúdos do TP 5 relacionando-os ao filme “Narradores de Javé”. Por indisponibilidade de equipamentos, para exibição do filme, para cada formador e sua turma, realizamos a oficina junto com as demais turmas de Língua Portuguesa.
Após assistirem ao filme, as cursistas formaram pequenos grupos e receberam algumas perguntas condutoras da discussão.
1- Qual o papel do escriba naquela comunidade?
2- Analise o processo de construção da escrita do personagem que faz o papel de escriba?
3- Como pode ser percebida a relação entre ser alfabetizado e ser letrado no contexto do filme?
4- Qual a importância do escriba na construção da leitura e da escrita?
5- Aponte marcas estilísticas dos narradores?
6- Como a coerência é construída no filme?
7- Há coesão em Narradores de Javé? Justifique sua resposta.
8- Que elementos de textualidade são apresentados no filme?
Logo após houve um debate com todos os grupos.
A discussão superou as nossas expectativas em outros aspectos levantados pelas cursistas. Sentimos que estudo do TP 5 foi concluído com sucesso.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
FOI ASSIM MAIS UMA OFICINA...
A oficina 09 do Gestar foi realizada em 12/09/09. Havia muitas expectativas por parte dos cursistas por essa oficina, pois foi a primeira após o segundo encontro dos formadores, que aconteceu em Belo Horizonte. Na ultima oficina houve um número significativo dúvidas administrativas em relação ao Gestar e esperávamos obter respostas com a coordenação da SEE-MG, mas infelizmente não tivemos acesso às coordenadoras para que pudéssemos sanar as dúvidas. Frustração dos formadores. Foi encaminhado à SEE documento solicitando a dispensa do cumprimento do Módulo II, como foi anunciada na divulgação do programa, a parte destinada a reunião de planejamento na escola. Já que, o estudo da teoria do Gestar e preparação da aplicação das atividades do programa requerem do cursista tempo superior ao ser cumprido no Módulo II e ao destinado as horas não presenciais do programa. O estudo faz com que o professor prepare aulas mais dinâmicas e interessantes para o aluno, cumprindo assim o objetivo do planejamento na escola. Aguardamos resposta da SEE. Nessa oficina, nós formadores optamos por fazê-la com um grupo maior. Estando presentes as formadoras e os cursistas de Capitão Enéas, Juramento e Montes Claros com o objetivo de ampliarmos a discussão da teoria e socialização da prática. O objetivo foi alcançado satisfatoriamente. O estilo foi tema bastante discutido, pois o novo aspecto abordado pelo TP faz com que repensemos o conceito que se tinha até então de Estilo. Algumas cursistas se mostram mais resistentes com a nova abordagem recaindo sempre no conceito que se tinha, o estilo como algo quase inconsciente e não intencional. Após a discussão ficou claro os diferentes enfoques e como a escolha do gênero textual auxilia nesse impasse. Quando escolhemos o gênero a nossa intenção comunicativa fica clara. Escolhemos assim o léxico a ser usado, e escolhemos o gênero que atenda toda situação de formalidade e informalidade. A questão do Estilo na literatura foi abordada sem maiores tensões, é ponto bem aceito por todos. Outro tema bem discutido foi a Coerência. A coerência como fator externo ao texto, dependente do conhecimento de mundo do escritor e ainda mais do leitor, para a maioria ficou claro e foi bem aceita essa abordagem. Para outros nem tanto, apesar de concordarem a principio, vimos que na prática foi um pouco diferente. Foi nas apresentações da atividade proposta para a oficina que se verificou essa contradição. Ao verificar o cartaz da atividade uma cursista o considerou “fraco”, alegando que há outras propostas melhores. Para outra cursista o cartaz atendeu perfeitamente a proposta. Relatou ao grupo ter lido a proposta da atividade e pesquisado na internet os projetos desenvolvidos pela empresa citada no cartaz. Expôs ao grupo que cada figura presente no cartaz representava projetos desenvolvidos pela empresa e como cada projeto ali ilustrado estava bem casado com a proposta da atividade. Para ela o cartaz era coerente porque ao buscar os elementos que lhe proporcionasse uma leitura mais eficiente, trouxe os elementos de coerência ao texto. Chamando a atenção do grupo para esse acontecimento e podendo verificar como a teoria é validada pela prática, encerramos mais uma oficina do Gestar II.
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